VEJA O QUE ACONTECEU HOJE.

Hoje é domingo e mais uma vez volto do culto à noite com uma sensação de vazio horrível. Em casa fico a refletir, a cogitar: onde esta o erro? O que precisa mudar? Como mudar?
Logo em minha oração peço perdão a Deus. Pois, tenho plena e total consciência que à adoração é um momento individual. Embora entenda que a adoração coletiva pode prejudicar o individual. Como sempre faço, participei do culto no órgão que faço parte, mas sai do culto com uma sensação estranha de ter indo a uma fonte de água transbordante e voltar com sede, de ter sentido o cheiro da comida sem saboreá-la.
Passo a tarde toda pensando no culto da noite, chego cedo para participar do devocional, mas...
Confesso está vivendo um saudosismo de um tempo que voltava do culto jubiloso, cantando, pensando na mensagem da noite. Hoje lamento, pelo culto, pelo..., pelo..., pelo...
Querido irmão estou escrevendo isto porque entendo que muitos estão vivendo em situação semelhante em suas igrejas. No capitulo 29 de Isaías Deus reclama da adoração e diz:
“Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens”.
Como esta nossa aproximação a Deus? Pela reverencia que você mantém no culto dá para perceber como vai sua aproximação com Deus. Sua igreja é reverente a Deus? Meus irmãos precisamos orar mais.

7 comentários:

Daladier Lima disse...

Apesar de seu genuíno desabafo não consigo vislumbrar onde esteve o problema, ou se ele foi generalizado:
1) Em você - pelo visto não, porque afirma que esteve preocupado com o culto durante o dia;
2) No culto ou no púlpito - não há informações específicas sobre o isso. Por exemplo, muito louvor, pouca palavra, falta de preocupação com a liturgia, etc;
3) Em Deus - por pressuposto não, mas às vezes fragilizados o culpamos, mas não há qualquer menção;
4) Nos irmãos - parece ser a opção, mas não me atreveria a julgar seus sentimentos.

De qualquer forma, me associo às suas preocupações. Por vezes, está faltando algo ao culto (ministrantes e participantes) mesmo!

Anônimo disse...

Prezado Josué, na verdade o momento é de uma dificuldade espiritual tremenda; mas de uma coisa tenho certeza, Jesus está voltando, e temos u trabalho imensurável à ralizar: "Fortalecer os joelhos desconjuntados, levantar os caídos, animar os fracos, dar força àqueles que resistem a voz do Espírito de Deus e, acima de tudo estarmos vigilantes, a fim de não tropeçarmos e, evidentemente, não sermos pedra de tropeço".
Que o Senhor Jesus fortaleça o irmão e que você não seja apenas mais um na multidão, mas aquele que faz a diferença.
Do irmão George.

Josué Rodrigues da Silva. disse...

Caro e ilustríssimo Ev. Daladier, sinceridade não consigo perceber de forma clara o problema. Embora possa de forma muito abstrata e possivelmente irresponsável e antiética apontar para a coletividade com uma acentuada culpa na falta de orientação e disciplina dos membros causando o que o irmão George comentou “dificuldade espiritual tremenda” penso que liturgicamente o culto esta bem “profissional” (segue a cartilha).

Daladier Lima disse...

Olá, meu irmão. É, digamos, um problema generalizado. Mas acontece, muito mais que o comum. Uns domingos atrás, eu estava dirigindo o culto, aí canta coral, canta vocal, canta DEJEADAL, e canta, canta. Eu me virei para um companheiro e perguntei: Não está faltando um salzinho neste culto? Ele me respondeu: É nada, é assim mesmo...
Vamos continuar fazendo nossa parte. Deus não vai faltar com a dele!

Abraços, na paz do Senhor do culto!

Visitem http://daladier.blogspot.com - Reflexões Sobre Quase Tudo

Marcus A. Barbosa disse...

Amado Irmão Josué, Que a graça e paz que excede todo o entendimento, possa está te auxiliando durante este breve momento que te cerca!

Quero externar aquí, que este dilema que hora você vive, não é exclusivo seu pois eu mesmo já viví e conheco pessoas que estão assim como você, vivendo este momento.

A bíblia nos diz que: "nos últimos dias, sobrevirão..." 2 Tm. 3.1, e acreditamos que estamos vivendo estes últimos dias, onde pessoas estarão mais comprometidas com o seu próprio "EU" do que com as coisas de Deus, e com certeza isto traz, dentre outras coisas, um aspecto de indiferença, que se reflete também em nossos cultos.

Conheco um camarada na bíblia que passou por algo semelhante, porém, resolveu se esconder em uma caverna - 1 Rs. 19.1..., porque não sabia como agir em uma determinada situação e por isso se escondeu. Porém Deus o quiz buscar e o "encontrou".

Este homem - Elias, tão forte, corajoso, espiritual - padeceu por um determinado tempo em sua vida, de uma incerteza e de questionamentos também.

Diz a bíblia - Tg. 5.17, que: "Elias era um homem sujeito as mesmas "paixões"..." ou problemas que nós.

Que Deus nos ajude a continuar-mos nesta caminhada ao céu!

Paz do Senhor e um abraço!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Josué, lamento que você esteja vivenciando esta situação. O estranho é que muitos irmãos na igreja em que você congrega expressam uma profunda satisfação em relação aos cultos. Onde então deve estar o problema? Lamento ainda que as mensagens que o Senhor me tem dado não estão suprindo vossa necessidade espiritual. Penso que preciso assim orar mais.

Um abraço de vosso pastor.

Altair Germano.

Josué Rodrigues da Silva. disse...

Querido e amado Pastor Altair, sempre o admirei desde quando o senhor era "apenas" dirigente da Umadal; o Senhor tem sido um exemplo de um líder dedicado, sei do seu extremo zelo e dedicação pela palavra de Deus e pela propagação do evangelho. Como Pr. da congregação o senhor tem desenvolvido um bom trabalho; quero aproveitar para dizer que humanamente falando não vejo alguém melhor, de forma que estou bastante satisfeito. Porém, como escrevi anteriormente não consigo perceber o problema e acredito ter grande chance de estar em mim, na minha forma de cultuar. Por isso, disse que sempre peço perdão a Deus em minhas orações; todavia sinto-me assim em alguns cultos. Quanto as mensagens que o Senhor tem vos dado, Ele não tem me incluído, ou eu esteja de barriga cheia, ou no sono da indolência. RISOS

Um grande abraço de seu humildo servo.